sábado, 28 de outubro de 2017

Gratidão é quando a alma diz obrigado


Uma palavra: Gratidão!

Há quanto tempo a correria do dia-a-dia não lhe permite expressar a gratidão ao universo?
E aqueles que sem pedir nada em troca estão sempre lá?
Aos que não estão. E ainda aos que tropeçam no seu caminho para o fazer Despertar?

Tempo! Ah, esse que é tão relativo quanto a cor do espaço e parece dissipar-se aos nossos olhos, como a areia que escorrega numa ampulheta.

Outra palavra: Prioridade!

As pessoas podem não se lembrar de uma série de coisas sobre nós, mas se há algo que nunca esquecem é de como as fizemos sentir.

E isso é válido para nós próprios!

Agradeça! 

Agradeça por tudo e mais alguma coisa, agora, sempre e todos os dias.
Agradeça as coisas boas.
Agradeça as coisas que a sua existência ainda não o permite compreender.
Agradeça pelo que não compreendia no passado, mas hoje já faz mais sentido.
Agradeça aos seus sonhos.
Agradeça aos pesadelos.
Agradeça ao seu coração.
Agradeça às suas lágrimas.
Agradeça à sua força.
Agradeça aos órgãos que o(a) mantém vivo(a).
Agradeça às mensagens que o corpo lhe transmite e teima em ignorar.
Agradeça aos seus amigos, família, desconhecidos...
Agradeça ao universo por ser tão maravilhoso.

Sorria!

Lembre-se que a gratidão torna o que temos em suficiente.
Lembre-se que o que está na sua mente se transforma em realidade.

Então, que as memórias se perpetuem e que sejam recheadas de aspectos positivos.

Só por hoje, sou grata.

Obrigada,
Filomena

domingo, 14 de maio de 2017

O erro e a culpa não existem


As palavras "culpa" e "erro" estão intrinsecamente relacionadas. Na maioria das vezes quando atribuímos o sentimento de culpa a nós próprios, é porque associamos que determinada acção nos levou ao erro, que por sua vez nos levou ao sentimento de culpa. É preciso desconstruir estes conceitos e é disso que eu quero falar hoje.

Culpa não existe. E erro também não!

E agora vocês perguntam: Como não?

Simplesmente, não.

Quando nós tomamos qualquer decisão nas nossas vidas, o nosso comportamento é baseado em premissas que nos fizeram acreditar que naquele determinado momento, a acção certa a adoptar seria aquela. Ninguém toma decisões sabendo de antemão que as mesmas nos vão conduzir ao fracasso, ou então, seríamos todos masoquistas.

E é por isso que o erro não existe. Porque na altura em que tomou aquela decisão pela qual se lamenta hoje, não sabia qual ia ser o resultado dessa acção.

Fez o melhor que podia?
Fez o melhor que sabia?
Deu tudo por tudo e ainda assim não resultou?

Se as respostas às perguntas acima são "Sim!" então não existe motivo para se sentir culpado por isso. Isso não é o reconhecimento do erro. Isso é ser cruel consigo mesmo.

Páre. Por um momento, páre e questione-se em voz alta:

Eu sabia que o resultado ía ser este?
Eu tomei as minhas decisões sabendo que ía correr mal?

Claro que não!

Então não seja tão exigente consigo mesmo(a) e espere pela próxima oportunidade, para que, com mais experiência e crescimento espiritual, possa tomar melhores decisões. As oportunidades são como as ondas do mar. Se não apanhamos uma, logo depois surge outra que podemos "agarrar." Só temos que estar atentos.

Na maioria das vezes a resposta já se encontra à nossa frente e já possuímos todo ou quase todo o conhecimento necessário para ultrapassar as dificuldades.

Foque-se não no que não deseja ou no que tem medo e em vez disso treine a sua mente para pensar nas oportunidades que podem daí surgir, nas soluções que estão ao virar da curva prontas para serem executadas. Tenha fé em si próprio(a) e com calma e tranquilidade adopte a acção que considerar a mais acertada, sem culpas.

Liberte-se!

Filomena

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