sexta-feira, 20 de julho de 2018

Será que a paciência deve ter limites?


Hoje falo-vos de paciência.

Normalmente a palavra é aplicada à relação com as pessoas. Mas existem dois tipos de paciência: a paciência interpessoal, que envolve relacionamentos de forma geral e como lidar com pessoas difíceis; e, o outro tipo, é a paciência intrapessoal, que é a capacidade da pessoa ter paciência, de esperar por algo, seja lá o que for, ou tolerar as dificuldades da vida, sem desespero. Mas quando não há reciprocidade, compreensão e respeito, a paciência acaba. E é aí que, ou toma uma atitude (seja em que área for da sua vida) ou a frustração e a tristeza tomam conta do acontecimento.

Nas relações interpessoais, é importante ter paciência, sim. Sem dúvida! Mas uma coisa é ter paciência. Outra completamente diferente é permitir que pessoas tóxicas, más e mal formadas ganhem poder sobre a sua vida.

Por isso, hoje convido-o(a) a refletir sobre este tópico e a pensar se ultimamente tem sido demasiado paciente ou, talvez até, negligente consigo próprio(a).

Lembre-se, a pessoa mais importante da sua vida é você!
Cuide-se!
Filomena

domingo, 15 de julho de 2018

Lua nova de Caranguejo - início de uma nova estrutura emocional


    Como se sente, hoje?


    A energia dos últimos meses tem estado muito forte, e os últimos dias foram uma prova disso. O eclipse solar em Caranguejo, ocorrido a 13 de Julho, aponta para nova estrutura emocional e/ou familiar, assim o dizem os entendidos. Será um momento de um novo ciclo Lunar, mas de uma forma mais profunda, intimista e ligada ao nosso ser mais profundo e à nossa criança interna.

    Sempre que a energia está assim tão forte, há diversos sintomas que se podem manifestar: sensação de os dias serem mais "pesados", devido a obstáculos, cansaço excessivo, confusão mental e também, uma maior tomada de consciência.

   Esta é por isso uma fase de desapego de tudo o que já não faz sentido para nós, ao nível da nossa realização pessoal e profissional. É um convite a sentir, interna e intimamente, e a nutrir as necessidades emocionais, do sentimento, da intimidade, do vínculo afectivo, do passado, da família e de tudo que possa conectar-nos com as nossas raízes ancestrais.

    Depois da tomada de consciência é tempo de deixar ir o que não faz mais sentido, como certos medos, culpas, vergonhas, necessidades de controle, orgulho, entre outros. Este é um novo ciclo com total entrega, clareza e integração interna do que realmente terá que nascer, seja o nascimento de uma nova estrutura emocional ou familiar e de maior conexão e consciência com os seus verdadeiros sentimentos,e também das fragilidades e necessidades emocionais que há muito pedem o seu carinho e atenção.

Muita luz,
Filomena Silva
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