sábado, 21 de julho de 2018

Gratidão!


Não sou branco, negro, amarelo ou vermelho.
Sou um cidadão do universo, no momento, estagiando como Ser humano na escola terrestre.

Não sou homem ou mulher, nem alto ou baixo.
Sou uma consciência oriunda do plano extrafísico, uma centelha vital do Todo que está em tudo!

Tenho a cor da Luz, pois vim das estrelas.
Sei que o meu tempo aqui na Terra é valioso para minha evolução.

Não há religião acima da verdade.
O Divino pode se manifestar em miríades de formas diferentes.

Só se escuta a música das esferas com o coração.
Nada pode me separar do “Amor Maior Que Governa a Existência”.

Espiritualidade não é um lugar,  grupo ou doutrina.
É um estado de Consciência do Ser.

Ninguém compra Discernimento ou Amor.
Não há progresso consciencial verdadeiro se não houver esforço na jornada de cada um.

O dia em que nasci não foi feriado na Terra.
E no dia em que eu partir, também não será!

Tudo que penso e sinto se reflete em minha aura.
Minhas energias me revelam por inteiro. Logo, preciso crescer muito, para melhorar a Luz em mim.

Não vim de férias para o mundo, mas para aprender, trabalhar e vencer a mim mesmo nas lides da vida.
Não sou o centro do universo e sem a Luz não sou nada!

Sem Amor, o meu coração fica seco...
Sem espiritualidade, meu viver perde o sentido.

Os guias espirituais não são minhas babás extrafísicas.
Eles são meus amigos de fé e trabalho...

Ninguém sabe tudo e  conhecimento não é sabedoria.
Todos somos professores e alunos uns dos outros.

Não nasço nem morro, só entro e saio dos corpos perecíveis ao longo da evolução.
Não posso ser enterrado ou cremado, pois sou um espírito.

Viver não é só comer, beber, dormir, copular e morrer sem sentido algum.
Viver é muito mais: é  pensar, sentir e viajar de estrela em estrela, sempre aprendendo.

De nada vale a uma pessoa ganhar o mundo se ela perder sua alma.
O mal que me faz mal, não é o mal que me fazem, mas o que acalento em meu coração.

Sou mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
Somos todos um!

Sem Amor ninguém segue.
Meu mantra se resume em só uma palavra: Gratidão!

Texto: Wagner Borges

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Será que a paciência deve ter limites?


Hoje falo-vos de paciência.

Normalmente a palavra é aplicada à relação com as pessoas. Mas existem dois tipos de paciência: a paciência interpessoal, que envolve relacionamentos de forma geral e como lidar com pessoas difíceis; e, o outro tipo, é a paciência intrapessoal, que é a capacidade da pessoa ter paciência, de esperar por algo, seja lá o que for, ou tolerar as dificuldades da vida, sem desespero. Mas quando não há reciprocidade, compreensão e respeito, a paciência acaba. E é aí que, ou toma uma atitude (seja em que área for da sua vida) ou a frustração e a tristeza tomam conta do acontecimento.

Nas relações interpessoais, é importante ter paciência, sim. Sem dúvida! Mas uma coisa é ter paciência. Outra completamente diferente é permitir que pessoas tóxicas, más e mal formadas ganhem poder sobre a sua vida.

Por isso, hoje convido-o(a) a refletir sobre este tópico e a pensar se ultimamente tem sido demasiado paciente ou, talvez até, negligente consigo próprio(a).

Lembre-se, a pessoa mais importante da sua vida é você!
Cuide-se!
Filomena
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